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28 de fevereiro de 2015

BÊNÇÃOS EM SUA NOVA VIDA






Há uma infinidade de realidades que nos cercam em todos os momentos do nosso dia.
Nós nos esquecemos de que nossa consciência é a chave para abrir a porta para qualquer realidade que nós escolhermos.



Na verdade, nós nos esquecemos de que podíamos escolher nossa realidade.
Nós caímos nas mentiras que nos eram fornecidas por aqueles que procuravam controlar e possuir ao invés de amar e criar.



Nós tentávamos controlar nossa vida para que eles não nos controlassem.
Entretanto, o controle de qualquer tipo é uma armadilha,
pois nós não podemos controlar e entregar ao mesmo tempo.



O controle é o mecanismo da terceira dimensão, enquanto que
a entrega abre a passagem para os mundos superiores.



Portanto, por controlar nossas vidas,
nós somente vemos as opções e soluções tridimensionais
para as nossas situações tridimensionais.



Por outro lado, quando nós vamos além da terceira dimensão
nós percebemos que não podemos controlar nossa terra dos sonhos tetradimensional.



Cair no sono é “cair” em um estado ligeiramente mais alto de consciência
em que podemos experienciar nossa realidade de uma perspectiva superior.



Para entrar na consciência pentadimensional nós precisamos nos entregar ao nosso EU Superior.



Tal como nós somente podemos ver o canal em que nossa TV está sintonizada,
nós somente podemos experienciar a realidade que ressoa à frequência de nossa consciência.



A ilusão do tempo não reina mais na nossa realidade pentadimensional.
Cada momento é vivo, e o tempo não pode ser perdido.



Portanto, nós não precisamos nos apressar ou desacelerar,
pois na quinta dimensão só existe o AGORA.



Nos mundos superiores não existe o medo do que poderia acontecer.
Somente existe o amor incondicional no AQUI do AGORA.



Em outras palavras, para entrar na quinta dimensão e acima,
nós precisamos entender e liberar TODO medo e viver em AMOR!



OS ARCTURIANOS



25 de fevereiro de 2015

Discernimento é a chave.

Deparei-me com essa mensagem - que é de uma precisão cirúrgica para quem está iniciando o seu encontro consigo mesmo - no Blog Síntese e estou compartilhando com você. A única coisa que acho meio chatinha nesse Site é a música que fica tocando automaticamente assim que você inicia a página. Bem, eu não gosto, mas fica a seu critério. Simplesmente dou um pause no som na lateral-direita da página.

Para ler a mensagem, click aqui

14 de fevereiro de 2015

Amor Verdadeiro






Muitos vivenciam o amor como um rasgo a que a alma se submete intencionalmente para exigir que a mão do amado a costure. O problema é que a mão do outro nem sempre está disponível para esse trabalho: a alma sangra, dói, e os rasgos se expandem… A dor, quando bem resolvida, pode ser um prenúncio de beleza. Mas, para que o belo de fato advenha, é preciso viver a dor, senti-la, tocá-la, integrar-se a ela, e transmutá-la, sabedores de que o vivenciar a dor também é parte do exercício de amor.
Já tive muitos castelos desmoronados na poeira dos dias. Quem não os teve? E a dor, nesse caso, é inevitável. Em nossa alma aprendiz, amar é desejar estar ao lado do outro, dentro do outro. É querer ser o outro sem sair de si mesmo. É construir uma redoma de sonho e ali inserir o amado, sob a eterna e vigilante proteção dos nossos olhos. E queremos que o outro caiba exatamente no nosso sonho e viva o nosso projeto de existência. Que ele esteja no cenário que construímos e encene o papel que lhe escrevemos.
E, num repente, algum novo vento nos sopra e mostra que o outro não é exatamente o aquele a quem julgamos amar. Percebemos que ele tem segredos e mistérios maiores que pensávamos e ficamos perplexos ao perceber que ele tem caminhos traçados e que quer percorrê-los, muitas vezes, sem nós. Perdemos a voz ao saber que a alma do outro é hóspede e hospedeira de outras almas. E as nossas pernas tremem ao constatar que a redoma era ilusão. Que todo o castelo de amor era ilusório. E a dor chega e castiga e fustiga a alma com cem mil acusações.
O que nos sangra, num momento como esse, é a obrigação de desamar. Mas será que isso existe? Os poetas, há muito, já apregoaram que o amor é sempre “para sempre”. Questionaremos as verdades poéticas? Banalizaremos o amor? Faremos dele um bibelô barato e quebrável destinado a adornar, por breves dias, as estantes da nossa alma?
Ocorre que somos ainda aprendizes da arte do eterno. O amor não reside senão no desejo da plenitude do outro. Ele não se esmera a não ser no respeito ao outro. Ele não pulsa a não ser para o querer o bem e sonha que o outro, pássaro livre em perfeição de voo, possa vislumbrar, dos cumes de si mesmo, os mais belos sentimentos e paisagens da terra.
E assim, quando o outro não mais deseja estar ao nosso lado, isso nos fere e sangra, mas o que nos massacra não é o outro. É desejo egoístico de aprisionar um espírito que também, assim como nós, tem sede de infinitos.
Tenho comigo que o que mais dói é a obrigatoriedade que nos impomos, quando o castelo desmorona, de desamar o outro. E embora talvez não o tenhamos amado de fato, fizemos um esboço de amor e é desorientador apagá-lo. Desamar é doloroso demais, porque o desfazimento do amor é contrário à nossa natureza etérea, espiritual, eterna.
Devemos, sim, exercitar o desapego; não o desamor. Desejar a liberdade, a integralidade, a plenitude do outro. Compreender que o que dói não é o amor não correspondido, mas a quebra das correntes (talvez até de ouro) com que tentávamos prender alguém. Apenas quando soubermos apreciar com encantamento a liberdade, seja ela nossa ou de um ser amado, teremos conhecido a face invisível e invencível de um amor verdadeiro.
E a alma, outrora rasgada, fará das cicatrizes uma arte emoldurada e rebordada de vida, na certeza de que toda a dor, bem lá no fundo, labora a nosso favor.
***
A Arte do Desapego
Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
No Facebook: Escritos de Nara Rúbia Ribeiro
Mia Couto oficial

10 de fevereiro de 2015

Olhar Interior


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Mensagem da Amada Maria Madalena

Canalizada por Elsa Farrus

No claustro do Monastério de Pedralbes

Em 09 de fevereiro de 2015


Aqui <======= Click link para ler



6 de fevereiro de 2015

Buscando a nós mesmos

Por RAYMUND ANDREA, FRC*


Quando Heráclito disse, "Busquei por mim mesmo", ele produziu uma das mais férteis máximas e, no que concerne ao místico, uma diretiva para todos os tempos, pois estudante algum na Senda está totalmente desperto para o significado dessa busca até que chega à decisão de buscar por si mesmo.
         Não importa que ensinamentos sejam colocados em suas mãos ou que professores ele possa ter tido, vai acabar se deparando exatamente com essa mesma injunção do filósofo grego de 500 a.C.
         É surpreendente pensar o quanto os antigos nos deixaram da verdade interna da vida e do eu, e quão pouco as gerações que se seguiram parecem ter se beneficiado disso. Suponho que isso aconteça porque eles descreveram há tanto tempo que, pela própria antiguidade, seus ensinamentos parecem ter pouca aplicação para os dias atuais, já que as pessoas estão hipnotizadas pelas descobertas e experiências da ciência em todo o campo da vida exotérica.
         Quanto a nós, contemplamos esses primeiros pioneiros do pensamento com reverência. E aqueles que atingiram certo estágios em nossos estudos sabem que tudo vem de lá. Não que maiores ensinamentos e ajuda invisível sejam negados a eles, mas um aspirante tem que se voltar para si mesmo para colocar em prática a instrução que recebeu; e ele acaba percebendo que isso significa procurar dentro de si mesmo o caminho do Mestre, pois existem estágios definidos do caminho em que o aspirante precisa encontrar sua própria senda. O verdadeiro desenvolvimento interior não consiste em simplesmente ir empilhando conhecimento de várias fontes de instrução. Vem de uma compreensão e de uma aplicação mais profunda e sincera daquilo que é disponibilizado para a vida e para ação no mundo. Ele precisa deliberadamente se submeter a testes na vida e nas circunstâncias e aprender lições que não podem ser aprendidas de outra forma.
          O mesmo princípio se aplica em qualquer arte ou ciência. Chega o momento em que o estudante tem que dar as costas para os livros-textos de fatos acumulados e provar seu valor em sua própria vida através da meditação e da experimentação.
           Heráclito enuncia a mesma verdade de sua própria maneira quando diz: " Viajando por todas as estradas, não vamos conseguir descobrir as fronteiras da alma... ela tem um logos tão profundo". As 'fronteiras da alma' não estão na diversidade de instrução, mas dentro de nós; e o propósito da instrução é nos esclarecer e fortalecer suficientemente para pesquisarmos internamente as fronteiras do eu interior, nos esforçarmos para conhecer a nossa missão individual na vida e nos comprometimentos com um serviço dedicado.
           Sei que, para alguns, isso pode parecer simplesmente um ideal esperançoso dentro do quadro mundial com que nos deparamos atualmente. Mas não podemos ignorá-lo se nossa intenção é ir para frente e para o alto. Sei também que manter e alimentar esse ideal, com tanta oposição que nos quer desviar dele, nos leva a julgamento de muitas formas e, muitas vezes, torna o caminho mais duro. Mas todo avanço tem seu preço, e este é um avanço especialmente forte e pessoal.
           Contudo, há uma recompensa para cada espiral de caminho percorrido com propósito e compaixão inabaláveis. Para cada aspirante, cada espiral tem uma história e carma individual diferentes e, se aceitado no silêncio e na alma da pessoa que ora, traz uma percepção cada vez mais perto do mundo do Mestre.
           Buscar a nós mesmos, em seu sentido mais verdadeiro, significa entrar cada vez mais na vida de abnegação e de uma libertação das amarras que nos detêm; e alcançar isso será de fato maravilhoso, se pudermos nos entregar ao fogo no altar secreto de nosso coração.