"Antigas sacerdotisas da lua eram chamadas de virgens. 'Virgem' significava não-casada, não-pertencente a um homem - uma mulher que era uma em si mesma. A palavra deriva do Latim, significando força, habilidade, e mais tarde foi aplicada a homens: viril. Ishtar, Diana, Astarte, Isis eram todas chamadas virgens, o que não se referia à sua castidade sexual, mas à sua independência sexual. E todos os grandes heróis de culturas passadas, míticos ou históricos, eram ditos serem nascidos de mães virgens: Marduk, Gilgamesh, Buda, Osiris, Dionísio, Genghis Khan, Jesus - todos eram reconhecidos como filhos da Grande Mãe, a Força Original, e seus enormes poderes provinham dela. Quando os Hebreus usaram a palavra, e no original em Aramaico, significava "mulher jovem", "donzela", sem conotações de castidade sexual. Mas mais tarde tradutores cristãos não puderam conceber a "Virgem Maria" como uma mulher de sexualidade independente; eles distorceram o significado para sexualmente pura, intocada, casta" -- Monica Sjöö, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of the Earth.
"Ancient moon priestesses were called virgins. ‘Virgin’ meant not married, not belonging to a man - a woman who was ‘one-in-herself’. The very word derives from a Latin root meaning strength, force, skill; and was later applied to men: virle. Ishtar, Diana, Astarte, Isis were all all called virgin, which did not refer to sexual chastity, but sexual independence. And all great culture heroes of the past, mythic or historic, were said to be born of virgin mothers: Marduk, Gilgamesh, Buddha, Osiris, Dionysus, Genghis Khan, Jesus - they were all affirmed as sons of the Great Mother, of the Original One, their worldly power deriving from her. When the Hebrews used the word, and in the original Aramaic, it meant ‘maiden’ or ‘young woman’, with no connotations to sexual chastity. But later Christian translators could not conceive of the ‘Virgin Mary’ as a woman of independent sexuality, needless to say; they distorted the meaning into sexually pure, chaste, never touched." —Monica Sjöö, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of the Earth.
Em 1977, Carlinhos Lyra, consagrado nos anos 60/70 como compositor de Bossa Nova, estudou Astrologia Sideral nos EUA e voltou com uma descoberta surpreendente... Existe um erro astronômico no cálculo das constelações para os signos do Zodíaco. Os Vedas já diziam isso. A verdadeira Astrologia não é essa que vendem a você em qualquer esquina. E digo mais: existe um interesse oculto de que você não saiba qual é seu verdadeiro signo. Por que fariam isso? Simples... Há muito tempo foi decidido por uma cúpula de poder que a verdade não fosse revelada a humanidade pois isso daria equilíbrio, força e sabedoria a mesma. E nós sabemos que o interesse dos poderosos sempre foi desestabilizar para controlar. E se você descobrisse agora que você não pertence ao signo que sempre achou que era seu? Talvez ficasse chocado ou, pelo contrário, dissesse: "agora sim! este sou eu mesmo". Bom, fica a seu critério levar ou não em consideração este post. Para mim está mais do que claro e não mudou muita coisa pois antes eu achava que era uma cúspide Aquário/Peixes com Ascendente em Áries. Agora sei que sou Aquário com ascendente em Peixes. Porém, em relação aos amigos próximos e pessoas da família, observei que suas características biopsíquicas e qualidades próprias estavam muito mais para a classificação da Astrologia Sideral (esta que vos dou) do que para a alterada e enganosa Astrologia Tropical (a que vendem a você "por lebre").
E você, amigo? Quer saber sobre o seu signo verdadeiro? Click no link que corresponde a sua data de nascimento na coluna do meio da Tabela Abaixo e seja feliz.
Por mim. E só por mim. Por eu ser linda e ter amado. Por eu ser linda e ter amado Muito. EU ASSUMO : ela era a moça mais ousada e linda que já conheci. Ela era tímida e não sabia. Eu sabia da sua e da minha própria timidez, mas ela nem sequer sonhava o quão frágil e musical eu vivia por dentro das minhas vísceras...
Não tem grilo, 'my love'... Eu digo...Seu ouvido nunca foi seletivo para o meu inglês de OvO de pterodátilo, porque la no seu coração etéreo de bruxa ela me amava.
E nem sabe que aqueles comentários no seu texto eram meus... Porque ingenuamente eu, que na verdade era menina da história, estava preocupada que seus orgasmos - ela sim, a Mulher - danificassem seus sentidos mais sutis e a enlouquecesse... Até hoje não descobri se isso teve algum grau de utilidade na vida dela... Afinal, era um relacionamento místico, porém à distância. Obra kundalínica de algum DEUS PAGÃO que nos escoltava por aí... Mas, como uma boa criança sonhadora... Eu tentei salvá-la do dragão malvado... rs. Nunca soube se existiu a saga que entrevi pelas frestas da noite. Mas enfim... Se o mundo é dos que sonham eu vivi o mundo, para hoje, acordada, estar contando. Os comentários anônimos foram meus sim. Eu bem que podia ter assinado com o meu nome na época, mas daí ela ficaria sabendo antes do tempo que eu era somente uma viajante do futuro. Entendeu? Não? Não tem problema... Estou acostumada a sentir tudo CALADA até o osso gemer e o vento cantar.
David Icke aborda a história antiga da humanidade, a manipulação 'draconiana' e seus sistemas de controle. Ele conta pra você o que nunca lhe contaram desde que você nasceu...
David Icke explica a dominação reptiliana no mundo com muita propriedade. Asseguro. Reptilianos - 3ª Raça Raiz que já semeou seu gen na Terra, hoje, quase em extinção procuram abduzir violentamente alguns humanos em busca de gens do Amor (o que falta neles) - característicos de raças mais evoluídas espiritualmente e que também fazem parte do DNA humano e que foram outrora semeados por outras raças raízes que vieram depois deles, em nós, humanos nascidos agora na Terra. Os reptilianos temem a extinção da própria raça e estão desesperados em busca de sua sobrevivência consciencial espiritual, já que eles, por serem frios e impiedosos não estariam mais à altura de uma nova Era Evolutiva. Permanecem ainda na Terra com o intuito de explorar recursos e escravizar a raça humana em benefício dos próprios interesses.
Estou disponibilizando neste texto uma série de vídeos do jornalista David Icke. Um homem que fez e faz uma pesquisa profunda sobre a história da colonização do nosso planeta desde as primeiras culturas surgidas na África. David Icke entrevista Credo Mutwa, uma sumidade em sabedoria da cultura de seu povo e sua gente, que faz revelações incríveis sobre uma raça interplanetária que estaria vivendo na Terra desde que a civilização humana se formou aqui, no antigo Egito e quiçá bem antes disso. Esses vídeos são para quem busca entender quem somos nós e sente uma dor profunda por constatar uma lacuna enorme no significado de estar vivo numa sociedade tão sem sentido, nesta sociedade desconecta do sagrado, tão estranha e cheia de contradições em suas bases, cheia de injustiças tão fáceis de serem resolvidas e guerras e por todo lado. Seus antes inexplicáveis privilégios absurdos para uma "casta" predeterminada geneticamente, agora são desmascarados por ele! Eu não sei você, leitor, mas eu estou "internada" em casa vendo todos os assuntos relacionados a essas questões. E vou dizer que a "culpa" de estarmos assim é muito menos óbvia do que se imagina, o que temos aqui é uma abordagem inesperada que vai abalar completamente a crença de algumas pessoas - que despertarão de um sono profundo.
Depois de passar
duas dezenas de meses imbuída em uma experiência embrionária de desconhecidos
rumos, volto eu ao meu antigo ofício natural de olhar o invisível para dentro
de suas pálpebras de lúcidos caminhos. Não há nada mais poderoso do que o
silêncio significativo da respiração, sístoles e diástoles em sincronia com o
universo. Dos impulsos primordiais, a harmonia cósmica é o que mais me fascina.
Discorrer sobre Ela é senti-la Presente aqui e agora, tamanha é a sua
influência real e positiva em todas as células da existência, estando elas ou
não em processo de entropia. A vida que abandonou a casca já não está mais lá,
mas está sim, em algum lugar, mais leve e mais lúcida.
Dentro da consciência maior, do
amor maior que tudo vê e tudo sabe, abandonamos a visão limitada do mundo
fenomênico – e adentramos expandidos no corpo de luz, que nos
devolve a liberdade de transitarmos além dos muros da falsa linguagem, sedenta
de aprovação e falsos conhecimentos. Dentro do corpo de luz tudo somos e não
existe a ilusão do “meu” e do “seu”, nem a ilusão do “eu sou mais eu do que os
demais”. Velhas chagas que abandonamos a medida que não precisamos mais sentir
medo de amar por termos em outros tempos desconfiado de modo ingênuo e fraco do
nosso próprio poder interior. A individuação da experiência nos traz a dor e cumpre
sua parte na nossa história evolutiva quando percebemos que estamos todos
interligados e não há nada que esteja separado do “resto” porque não existe
resto e tão somente uma unidade extremamente complexa e pulsante, que vive
respira, come e ama, entrega, confia e segue. Porque o rio (da vida também) tem
margens que o limitam e podem te levar para a floresta inexplorada, a correnteza
que leva e te movimenta, o fundo que te possibilita o mergulho e o nascer para
uma nova consciência ao voltar à tona; tem
o céu ilimitado acima, e ainda, além dele, o Grande Mar...
Quero poder compartilhar com
vocês também, esta linda página que vos dá às pontes ->Síntese
Retorno a antiga escola
iniciática - que visito há anos e que é ao
mesmo tempo um caminho à frente do tempo e principalmente uma conexão no tempo-agora
em uma dimensão mais harmônica e conscientemente expansiva.
Grata por estarem comigo aqui por
quase 9 Anos!
Sinto "O Retorno". Como poderia haver erro nisso?
ONE
Sai dessa hierarquia opressora. Liberta-se dos traumas. Ama, ama a vida. Escolhe ser diferente. Não existe vazio. Não existe bom e mau, existe somente a ignorância, a falta de conhecimento. Busca a sabedoria. Sente o UNO?
Ele vai além do medo estabelecido por um psiquismo coletivo ressentido. É outra frequência. Sente a comunidade, sente a outra frequência...
Libere o tempo, desapegue. Você está protegido, você não está sozinho.
Liberta-se do poder do outro sobre si, liberta-se da necessidade de ter poder sobre o outro.
Vibra Amor... Sê presente, aqui e agora. Vive aqui, consciente.
O encontro só acontece se você quer encontrar. Se você quer encontrar o sagrado você vai de encontro ao sagrado. E o sagrado é você, não está separado de você. A vida é movimento, é transformação.
Estou preferindo o silêncio evitando as belas arestas espinhos do medo ou sombras do desejo enquanto puder fluir não questiono os meandros contorno as pedras sem me deter não contrario a correnteza a natureza dos espíritos que fluem deixo-me ir abro mão do controle é inútil é entrega . ou nada . . .
. A lua sempre encanta quando nasce O choro incha os olhos mas purifica a alma Um filho é sempre motivo de alegria As pessoas podem ser muito cruéis quando são magoadas .
Homens de barba são mais paternais As mulheres felizes têm uma beleza incrível Toda a riqueza do mundo consiste em saber ver .: nayre
Aqui 50 mil mulheres são violadas por ano, e a sociedade assiste em silêncio
A história das mulheres é um longo percurso de lutas contra a humilhação e a brutalidade, escrevi há 30 anos. Não pensei que voltaria a escrever. Tudo parecia indicar que a sociedade brasileira saíra da Idade da Pedra com seus Brucutus arrastando as mulheres pelos cabelos e possuindo-as no melhor estilo animal.
Ilusão. A história das mulheres continua marcada pela humilhação e a brutalidade. É o que contam os dados do Fórum Nacional de Segurança Pública: 50 mil casos de estupro no Brasil no ano de 2012.
Este número aberrante não deveria cair no esquecimento como uma má notícia entre outras. Cinquenta mil americanos morreram na Guerra do Vietnam e isso mudou a América. Aqui 50 mil mulheres são violadas por ano e a sociedade assiste em silêncio.
Segundo a pesquisa, o número de casos vem aumentando. Os estupros de fato aumentaram ou o que aumentou foi sua notificação? Se assim for, é provável é que esses números sejam apenas a ponta do iceberg.
Um caso isolado de estupro é uma tragédia que o senso comum põe na conta de algum tarado que ninguém está livre de encontrar numa rua deserta. São psicopatas que agem por repetição à semelhança dos serial killers. Requintados torturadores, desprovidos de culpa ou remorso, são descobertos e presos. Quando saem, reincidem.
Cinquenta mil casos têm outro significado. A psicopatia não explica. Configura-se uma tara social, uma sociedade que convive com a violência sexual com uma naturalidade repugnante. São milhares de estupradores que, assim como os torturadores, transitam entre nós como gente comum. Estão nas ruas, nas festas, nos clubes, lá aonde todos vão, e passam despercebidos. Estão nas famílias e nas vizinhanças onde mais frequentemente agem — suprema covardia — aproveitando-se da proximidade insuspeita com a vítima.
Dissimulam seu alto potencial de crueldade no magma de desrespeito em que se misturam machismo, piadas grosseiras, gestos obscenos, aceitos como parte da cultura. A certeza da supremacia da força física, herdaram das cavernas. O desprezo pelas mulheres, aprendem facilmente em qualquer conversa de botequim. Ninguém nasce estuprador: torna-se.
O estupro é uma mutilação psíquica que a vítima carrega para sempre. Fecundação pelo ódio e contaminação pelo vírus do HIV são sequelas possíveis desse pesadelo. O medo ronda. Quantas mais estarão em risco? Pergunte-se a qualquer mulher se, uma vez na vida, se sentiu ameaçada pela violência sexual. Há uma guerra surda contra as mulheres. Quando as guerras de verdade se declaram, o estupro como arma se pratica às claras. Na Bósnia, a “limpeza étnica”, crime contra a humanidade, se fazia violando as mulheres.
Há décadas os movimentos de mulheres denunciam essa guerra surda. Estão aí as Delegacias da Mulher e a Lei Maria da Penha. O anacrônico Código Penal, que falava de crime contra os costumes, hoje capitula o estupro como crime hediondo. Aumentaram as penas e os agravantes. A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres criou o número 180 para acolher as denúncias e promete espalhar Casas da Mulher em todos os estados.
Dir-se-ia, no entanto, que estupradores não temem a denúncia, a lei e a Justiça. Por que será? De onde lhes vem a sensação de que o que fazem não é crime e, se descobertos fossem, ficariam impunes?
A resposta está no sentimento de poder sobre o corpo das mulheres que nossa sociedade destila como um veneno. É esse caldo de cultura, em que a violência sexual de tão banal fica invisível, que estimula e protege os agressores, realimentando a máquina de fazer monstros. Some-se a isso uma espécie de pacto de silêncio que, salvo quando os dados gritam como agora, impede que se reconheça a gravidade do problema que, na sua negação da dignidade humana, é comparável à prática da tortura.
Os governos descuidam do indispensável amparo às vítimas. Ora, se não há reparação possível, deve haver acolhimento e socorro. Em todo o país os serviços de saúde pública capazes de oferecer a possibilidade de um aborto previsto em lei são ridiculamente insuficientes para atender às consequências desse massacre.
A mesma energia com que a sociedade brasileira condena a tortura é necessária para debelar a epidemia de crueldade. Três mudanças de comportamento se impõem, imediatas: o fim da tolerância com o desrespeito às mulheres, em casa e nas ruas; a inclusão para valer da prevenção e repressão da violência sexual na agenda da segurança pública; e a expansão dos serviços de amparo às vítimas. É o mínimo que o Brasil deve às mulheres.